
Imagine esse roteiro, pai (um dos protagonistas) desconfiado que sua filha (outra protagonista) esteja andando em más companhias e consumindo drogas, resolve prender essa garota de 18 anos em casa. Não simplesmente como um castigo de hoje, algo como sem TV, Internet e baladas com os amigos no final de semana. Vamos pensar em algo mais “poético”, algo como uma torre, mas como o roteiro tende para o suspense será um calabouço.
Nesse calabouço, essa possível garota rebelde, tem a sua disposição uma espécie de pequeno apartamento, milimetricamente pensada e construída - três pequenos quartos, banheiros, um chuveiro, uma cozinha e um aparelho de televisão. Esse pequeno apartamento (com paredes a prova de som) é protegido 24 horas por uma porta de concreto armado com uma fechadura eletrônica, onde apenas o pai possuiria a senha.
Agora, pense nessa garota começando a viver/crescer neste calabouço, hora após horas, dias após dias, semana após semanas, mês após mês, ano após anos e década após década. Isso mesmo, década após década!
Vamos voltar por um momento ao personagem do Pai: ele com seu sentimento de dever cumprindo (pois afinal ele está livrando sua filha de todos os “males” desse mundo tenebroso em que vivemos) tem a idéia de quebrar a solidão que sua filha enfrenta no seguro calabouço. Que tal plantas para renovar o ar do ambiente e até mesmo o embelezar? Que tal um bichinho de estimação para brincar e entreter sua filha? Que tal CDs para que o ambiente não fique tão silencioso? Mas, depois de muito pensar, o Pai enfim chega a uma conclusão: Que tal um marido?
Como esse pai não confia nas pessoas que vivem sobre a superfície, ele resolve ser o próprio marido de sua filha, isso mesmo, ele irá desempenhar o papel do pai e o do marido para a nossa protagonista (tudo para “protegê-la”). Após 04 anos atuando como pai e marido (com todas as responsabilidades e deveres de um marido ativo), esse homem resolve que está na hora de aumentar essa família, pois há muito espaço no calabouço. Então não um, ou dois, ou três, ou quatro filhos para essa nova família, mas sim SETE FILHOS COM A PRÓPRIA FILHA! Meu Deus, esse ator irá cobrar uma fortuna, pois começou com pai, depois passou a ser o marido também e agora é um PAI-AVÔ!
Mas aí entra um novo detalhe na trama: o que fazer com essas crianças? Se tira-las, todas, do calabouço a mãe-filha pode pirar de uma vez por todas, já que vive no limite da sanidade, afinal, foi seqüestrada, mantida em cativeiro, nunca mais viu nenhum outro humano, pode até ter sido levada a pensar que uma peste varreu a humanidade da face da terra – sei lá – foi obrigada a manter relações sexuais com o próprio pai por mais de duas décadas, e agora as crianças. A solução é levar para superfície as mais difíceis e manter no calabouço as mais calmas.
Do suspense vamos para o terror total: uma mãe, com todos os distúrbios psicológicos possíveis advindos das situações acima descritas, crianças que nasceram e foram educadas por ela, sem nunca terem tido contato com quaisquer outros seres humanos (além da mãe e pai-avó), além de nunca terem visto o dia ou a noite, nunca pisaram na terra, nunca foram a um mercado, nunca foram a uma escola, nunca viram outras crianças, nunca brincaram na rua, nunca correram por um parque etc. (a lista de privações é enorme). Como ficou a mente dessas crianças depois de mais de uma década crescendo nessas condições? Quais serão seus parâmetros de bem e mal? Quais seus valores?
Bem, creio que esse roteiro teria tudo para ser um ganhador do Oscar, só fico em dúvida qual seria a categoria do filme: Drama? Suspense? Terror?
O que escrevi acima, um duvidoso roteiro, poderia até fazer sucesso com os aficionados por filmes de suspense e terror, como por exemplo, o Quarto do Pânico ou Na Companhia do Medo. Mas, infelizmente, essa história é real, é a vida de Elisabeth (jovem presa e abusada sexualmente por 24 anos em um calabouço, por seu próprio pai), seus sete filhos (nascidos e alguns deles criados por até 19 anos neste calabouço) e Josef Fritz (pai de Elisabeth e pai-avô de sete filhos).
“O austríaco Josef Fritzl, que admitiu para a polícia austríaca, ter abusado sexualmente da filha Elisabeth durante os 24 anos em que a manteve dentro de um porão, disse nesta terça-feira à polícia que a prendeu para livrá-la das drogas. Segundo ele, a filha era uma menina difícil.” (Fonte: g1.globo.com)
No último domingo, 27 de abril, os austríacos e todo o restante do mundo foram surpreendidos com o caso de Elisabeth, que traz a tona os crimes de cárcere privado, abuso sexual e incesto. Escolha qualquer um dos três crimes e todos eles são absurdos, tanto para sociedade, mesmo caída como a nossa, quanto para Deus. Cárcere privado e abuso sexual são crimes previstos em lei, já o incesto não. É algo que a lei e a sociedade preferem simplesmente ignorar. Pena que as vítimas não possam fazer o mesmo.
Nós, a sociedade e, mais ainda, nós, cristãos, que decidimos por seguirmos os passos de Cristo, temos a obrigação de não calarmos, de não ignorarmos os males que assolam nosso mundo, e isto incluiu as perversões sexuais que hoje parecem uma epidemia que tem destruído milhares de famílias pelo planeta.
Peço a Deus, sabedoria e coragem para não ficarmos parado, como se isso fosse algo distante de nós. Creio que Deus ainda nos ama, mesmo diante dos horrores que podemos fazer, então, nunca é tarde para nos voltarmos para o amor de Deus, expresso por Cristo na cruz. É justamente esse amor que nos limpa, que nos afasta do mal, que nos ajuda e nos inspira a termos como princípio o amor ao próximo, ao invés do mal sem medida que podemos cometer e a indiferença mortal, que muitas vezes eu cultivo.
by: www.steiger.org - www.nolongermusic.com
Você já enfrentou um dia em que as perguntas “no-sense” já te tiram do sério? Hoje é um dia desse para mim.
Já ouvi desde “Vai abastecer?”, mesmo eu com a moto estacionada em frente a bomba de gasolina. Ou então, “preciso levar caneta ou lápis para a prova?”, isso em uma disciplina de um curso superior.
Então como um sinal, recebi um email de um amigo (Kylter) que expressa bem o dia de hoje.
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1. Quando te vêem deitado, de olhos fechados, na sua cama, com a luz apagada e te perguntam:
- Você tá dormindo?
- Não, tô treinando pra morrer!
2. Quando a gente leva um aparelho eletrônico para a manutenção e o técnico pergunta:
- Tá com defeito?
- Não é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o trouxe para passear.
3. Quando está chovendo e percebem que você vai encarar a chuva, perguntam:
- Vai sair nessa chuva?
- Não, vou sair na próxima.
4. Quando você acaba de levantar, aí vem um idiota (sempre) e pergunta:
- Acordou?
- Não. Sou sonâmbulo!
5. Seu amigo liga para sua casa e pergunta:
- Onde você está?
- No Pólo Norte! Um furacão levou a minha casa pra lá!
6. Você acaba de tomar banho e alguém pergunta:
- Você tomou banho?
- Não, mergulhei no vaso sanitário!
7. Você ta na frente do elevador da garagem do seu prédio e chega um que pergunta:
- Vai subir?
- Não, não, tô esperando meu apartamento descer pra me pegar.
8. O homem chega à casa da namorada com um enorme buque de flores. Até que ela diz:
- Flores?
- Não! São cenouras.
9. Você está no banheiro quando alguém bate na porta e pergunta:
- Tem gente?
- Não! É o cocô que está falando!
10. Você chega ao banco com um cheque e pede pra trocar:
- Em dinheiro??
- Não, me dá tudo em clips e borrachinha!
autor do email: desconhecido
“Aprimorar a paciência requer alguém que nos faça mal (ou perguntas no-sense) e nos permita praticar a tolerância.”
( Dalai Lama)

“Jesus afirma, com efeito, que o Reino de seu Pai não é uma subdivisão para os justos nem para os que sentem possuir o segredo de Estado da salvação. O Reino não é um condomínio fechado elegante com regras esnobes a respeito de quem pode viver ali dentro. Não; ele é para um elenco mais numeroso de pessoas, mais rústico e menos exigente. Que compreendem que são pecadores porque já experimentaram o efeito nauseante da luta moral.
São esses os pecadores convidados chamados por Jesus para se aproximarem com ele ao redor da mesa de banquete. Essa história permanece perturbadora para aqueles que não compreendem que homens e mulheres que são verdadeiramente preenchidos com a luz são aqueles que fitaram profundamente as trevas da sua existência imperfeita.”
O evangelho maltrapilho - Brennan Manning

Após uma grande tempestade, pessoas comuns buscam restabelecer suas vidas. Além de carros e casas destruídas, a tempestade traz consigo uma estranha névoa que começa a encobrir toda a cidade. Em busca de mantimentos e produtos para uma possível situação de caos (pois a cidade está sem luz e qualquer forma de comunicação), um grupo de pessoas é obrigado a proteger-se da densa névoa em um supermercado.
David Drayton (ator que interpretou O Justiceiro), seu filho de 5 anos e os demais abrigados no supermercado percebem que a estranha névoa traz dentro de si numerosas espécies de criaturas horríveis que entraram em nosso mundo através de um canal interdimensional criado por uma base militar (a culpa é sempre do governo).
Essas criaturas são bem reais, isso porque tirando uma ou duas, as demais são bem “plausíveis”, como aranhas com teias acidas, vespa com venenos mortais e pterodactilos famintos por carne. Creio que essa proximidade a criaturas reais é o que realmente traz o terror e pavor nas cenas, algo antes experimentado por mim em Aracnofobia, só que agora 10 vezes mais intenso. rs
Penso que o filme The Mist tem um conceito maior do que a luta entre humanos e criaturas nojentas, mas sim a luta de humanos contra humanos. Tente imaginar você preso em um local com cerca de 30 pessoas, dentre elas advogados, mecânicos, mães de família, soldados e até mesmo fanáticos religiosos. Logicamente sem esquecer-se de todas as criaturas famintas que tentam entrar pelas janelas do supermercado.
Outro ponto positivo do filme é que ele é uma adaptação do conto “The Mist”, do escritor Stephen King. Lembrando que outras obras de King ganharam ótimas adaptações para o cinema, tais como O Iluminado, Um Sonho de Liberdade, A Espera de um Milagre etc. (esqueçam a adaptação para O Apanhador de Sonhos, é horrivél).
Creio que “The Mist – O Nevoeiro” seja uma ótima opção para quem já conhece algo de Stephen King ou para aqueles que gostam de um bom susto e sensação de aflição. rs
Nota: Ao final do filme creio que você irá pensar como eu pensei - Stephen King é mal! rs
A campanha pelo Uso Responsável da Internet é uma iniciativa da GVT em parceria com o Comitê para a Democratização da Informática – CDI e a Fundação Xuxa Meneghel que faz parte do projeto Educando GVT. A mobilização em torno da causa leva em conta que equipamentos de informática e a Internet são ferramentas que, isoladas, são incapazes de promover o aprendizado, o desenvolvimento intelectual, a integração social saudável e a ampliação de horizontes para o exercício da cidadania. Antes de tudo é preciso conscientizar e preparar crianças, jovens e adultos a adotar alguns cuidados e muito bom senso para tirar o melhor proveito dessas tecnologias.
Sobre a Cartilha (clique aqui e faça download da cartilha)
A GVT adotou como tema de Responsabilidade Social Corporativa o Uso Responsável da Internet em 2005, quando começou a produzir histórias em quadrinhos para um espaço reservado no jornal Conexão Democrática, do CDI – Paraná. A iniciativa despertou a equipe pedagógica do CDI para a relevância de criar uma cartilha com o tema em 2006.
Para a nova edição, de 2008, o envolvimento da GVT foi integral por meio de sua equipe de Comunicação Corporativa, suas agências de criação gráfica, de web design e produtora de vídeo. Junto com a nova cartilha, foi criado um filme de animação para ampliar a atratividade do material. Ações em sintonia com a visão de negócios da GVT de atuar como líder em serviços de próxima geração dentro de uma gestão socialmente responsável.
fonte: www.gvt.com.br/portal/educandogvt
Mais artigos sobre o tema:
fonte: www.sexxxchurch.com

Prezado Senhor Pedro Bial
Digníssimo Jornalista, apresentador da Rede Globo de Televisão.
Confesso Sr.Bial que não sou espectador do programa o qual o senhor apresenta. Talvez para felicidade da minha cultura e para infelicidade do índice de audiência, ao qual seu programa está atrelado. Mas, tive durante
um dia desses, num dos raros casos fortuitos que o destino apresenta, a oportunidade de, por alguns minutos, apreciar o tão falado Big Brother Brasil, o BBB.
Para minha surpresa, durante uma ou duas vezes o senhor, ao chamar os participantes para aparecerem no vídeo o fez da seguinte maneira:
- Vamos agora falar com nossos heróis!
De imediato tive uma surpresa que me fez trepidar na cadeira. Heróis????
O senhor chama aqueles que passam alguns dias aboletados numa confortável casa, participando de festas, alguns participando até de sessões de sexo sob os ededrons, falando palavras chulas e no fim podendo ganhar um milhãode reais, de heróis? Pois bem Sr. Pedro Bial, eu trabalho numa Plataforma Marítima que se localiza a aproximadamente 180 km da costa brasileira e contribuímos, mesmo modestamente, para que o nosso País alcançasse a auto-suficiência em Petróleo e continuamos lutando, todos nós, para superar esse patamar.
Neste último dia 26 de Fevereiro presenciamos um acidente com um dos Helicópteros que faz nosso transporte entre a cidade de Campos e a Plataforma. As imagens que ficaram em nossa mente Sr. Bial, irão nos marcar para o resto das nossas vidas. Os seus “heróis” Sr Bial, são meros coadjuvantes de filmes de segunda categoria comparados com os atos de heroísmos que presenciamos naquele momento. Certamente o Senhor como Jornalista que é, deve estar a par de todo o acontecido. Mas sei que os detalhes o Sr. desconhece. Pois bem, perdemos alguns colegas. Colegas esses, Sr Bial, que estavam indo para casa após haver trabalhado 15 dias em regime de confinamento.
Não o confinamento a que estão sujeitos os seus “heróis”, pois eles têm toda uma parafernália de conforto, segurança e bem estar, que difere um pouco da nossa realidade. Durante esse período de quinze dias esses colegas falaram com a família apenas por telefone. Não tiveram oportunidade de abraçar seus filhos, de beijar suas esposas, de rever seus amigos e parentes… Logo após decolar desta Plataforma com destino a suas casas o Helicóptero caiu no mar ceifando suas vidas de modo trágico e desesperador. E seus “heróis” Sr Bial, a que tipo de risco eles estão expostos? Talvez aos paredões das terças-feiras, a rejeição do público, a não ganhar o prêmio milionário ou a não virar a celebridade da próxima novela das oito.
Os heróis daqui Sr Bial foram aqueles que desceram num bote de resgate, mesmo com o mar apresentando um swuel (oscilação causada por altas ondas) desafiador. Nossos heróis Sr. Bial desceram numa baleeira, nossos heróis foram os mergulhadores, que de pronto se colocaram à disposição para ajudar, mesmo que isso colocasse suas vidas em risco. Nossos heróis Sr. Bial, não concorrem ao Premio de um Milhão de Reais, não aparecem na mídia, nem mesmo os nomes deles são divulgados. Mas são heróis na verdadeira acepção da palavra. São de carne e osso e não meros personagens manipulados pelos índices de audiência. Nossos heróis convivem aqui no dia-a-dia, sem câmeras, sem aparecerem no Faustão ou no Jô Soares.
Heróis, Sr Bial são todos aqueles que diariamente, saem das suas casas, nas diversas cidades brasileiras, chegam à Macaé ou Campos e embarcam com destino as Plataformas Marítimas, sem saber se regressarão as suas casas, se ainda verão seus familiares, ou voltarão ilesos, pois tudo pode acontecer: numa curva da estrada, num acidente de Helicóptero, no vôo comercial de regresso a sua cidade de origem…. Não tenho autoridade suficiente para convidá-lo a conhecer nosso local de trabalho e conseqüentemente esses nossos heróis, mas posso lhe garantir Senhor Bial, que caso o Sr estivesse presente nesta plataforma durante aquele fatídico acidente seu conceito de herói certamente seria outro.
Em memória dos colegas:
Durval Barros
Adinoelson Gomes
Guaraci Soares
Rio de Janeiro, 04 de Março de 2008,
Autor Desconhecido.
Lendo novamente o post “Penso, logo creio” do Sandro Baggio, vejo que infelizmente muitos são os que tem optado por não mais pensar, recebendo de bom grado, de líderes religiosos, idéias equivocadas sobre o cristianismo. Penso que para alguns esta situação é cômoda, pois é mais fácil receber algo mastigado do que se arriscar a morder a língua.
“Eu fico impressionado quando vejo pessoas que no dia-a-dia fazem uso pleno da razão e quando adentram um local de culto, param de pensar. É quase como se à porta de algumas igrejas houvesse um container com a seguinte inscrição: Deixe aqui o seu cérebro.” Sandro Baggio, autor do livro Intelectualidade Cristã em Crise: A Síndrome da Ignorância.
João Alexandre, exímio músico e compositor brasileiro, compôs o música “É Proibido Pensar”, onde ele descreve o tão surrado cenário gospel. Veja a letra:
É proibido pensar
Procuro alguém pra resolver meu problema
Pois não consigo me encaixar nesse esquema
São sempre variações do mesmo tema
Meras repetições
-
A extravagância vem de todos os lados
E faz chover profetas apaixonados
Morrendo em pé, rompendo a fé dos cansados
que ouvem suas canções
-
Estar de bem com a vida é muito mais que renascer
Deus já me deu sua Palavra
e é por ela que ainda guio o meu viver
-
Reconstruindo o que Jesus derrubou
Recosturando o véu que a cruz já rasgou
Ressucitando a lei, pisando na graça, negociando com Deus
-
No show da fé milagre é tão natural
Que até pregar com a mesma voz é normal
Nesse evangeliquês universal
Se apossando dos céus
-
Estão distante do trono, caçadores de Deus ao som de um shofar
E mais um ídolo importado dita as regras para nos escravizar:
É proibido pensar! É proibido pensar!
Navegando pelo youtube, achei este clipe “não oficial” da música, mas que retrata bem os acontecimentos no “mundinho gospel”.
Uma grande polêmica foi criada em torno da letra desta música, em um trecho da entrevista em que João Alexandre fala sobre a música, ele diz:
“A música deve ser feita como instrumento de educação, enquanto arte e entretenimento ela também tem que ser cultura, trazer a luz a verdade. Música só para ganhar dinheiro todo mundo faz, música para falar a verdade, pouca gente faz.”
Ouça trechos da entrevista de João Alexandre:
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De modo algum me considero um intelectual (quem me dera…rs) ou um indivíduo que escolheu alguém para pensar por mim.Quero apenas estar do lado da justiça e ser sábio em minhas interpretações, decisões e ações.
“Sou um homem que - com grande ousadia - descobriu apenas o que havia sido descoberto antes”. G.K Chesterton - Ortodoxia.

O Depósito Internacional de Sementes na Noruega (Svalbard Global Seed Vault) , no Círculo Polar Ártico, foi oficialmente inaugurada, hoje 26/02, em uma cerimônia na qual 100 milhões de sementes procedentes de cem países de todo o mundo foram depositadas na ‘Arca de Noé’. O projeto, impulsionado pelo Governo norueguês, pelo Fundo Mundial para a Diversidade de Cultivos e pelo Banco Genético Nórdico, permite a criação de um depósito seguro de bancos de dois exemplares de sementes de cultivos alimentícios.
Caso não conheça a história da Arca de Noé, essa é uma boa oportunidade de conhece-la. Está presento no livro de Gênesis nos versículos 06, 07, 08 e 09.
Com isso, ele garante a sobrevivência frente a fenômenos como a mudança climática e catástrofes naturais (será que o depósito sobrevive também a guerra biológica?). Situada perto de Longyearbyen, em uma ilha do arquipélago norueguês de Svalbard, a arca do ‘fim do mundo’ ou ‘Arca de Noé’, foi escavada a 130 metros de profundidade em uma montanha de rocha sedimentar, impermeável à atividade vulcânica, a terremotos, à radiação e à elevação do nível do mar.

Leia mais: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EDG77323-6010,00.html
Bem, acredito que a ídeia do “pensamento global” é louvável, mas será que futuramente essas sementes não poderão tornar-se uma espécie de moeda? Será mesmo que todos os países poderão ter acesso a essa reserva?

O designer japonês Mac Fuzamizu é o autor da idéia conceitual do que ele chama de “Futuro da Busca na Internet:Versão Movél“. Como eu disse, este produto está apenas na etapa de conceituação, mas terá, conforme Mac Fuzamizu, uma aparência similar a uma tablet.

Imagine só, você poderia enquadrar com esta “tablet”, um prédio ou um andar, recebendo na tela informações sobre o empreendimento ou sobre as empresas naquele andar. Saber qual é o modelo específico de um carro, saber qual é o cardápio oferecido e até mesmo fazer uma reserva em um determinado restaurante, apenas focando sua fachada. Poderia também, achar o significado de uma determinada palavra apenas enquadrando uma página de um livro ou uma revista. E o mais interessante para mim, designer, saber qual é o nome, tamanho e até mesmo a cor em RGB de uma determinada tipogarfia.

Como isso será possível? Esta tablet terá incorporada câmera digital, scanner, GPS e conexão à internet. A imagem ou texto será pesquisado no Google, Google Maps, Google Earth e Wikipedia.
Bem, agora basta esperar esse magnífico produto sair do campo das idéias para que seja possível andar com um desses na mochila. Pensando nisso, se você pudesse hoje andar com um deste aqui no Brasil, quais seriam as imagens que você enquadraria? Cristo Redentor, Jardim Botânico, Avenida Paulista, Estádio do Morumbi etc. Bem, estas não seriam más escolhas, mas eu focalizaria as imagens abaixo só para saber o que seria exibido na tela.


