Como é frustrante quando apoiamos nossas vidas em nossas próprias forças, sejam elas ideológicas, religiosas, intelectuais, profissionais ou qualquer outra adquirida através dos anos. Não estou dizendo que nossos esforços no campo emocional, acadêmico, profissional, espiritual etc, devam ser colocados de lado em busca de uma falsa humildade. Mas,  sim, que todas as experiências que vivemos até hoje, as boas e principalmente as ruins, são fatores relevantes para “dizer” quem somos hoje.

Quantas vezes apoiei-me em minha curta caminhada acadêmica/profissional para impor minhas idéias e opiniões? Quantas vezes acreditei que os primeiros passos que trilho em minha caminhada espiritual me diferencia dos demais moradores desse planeta?

Hoje entendo que não sou melhor e nem pior, sou apenas igual aos demais, com as mesma potencialidades para fazer coisas boas e ruins.

“Sou o homem que, com grande ousadia, descobriu apenas o que havia sido descoberto antes.” Ortodoxia - G.K. Chesterton

Quero simplesmente ter um vida que seja relevante para mim e para os demais que me rodeiam, escrevendo assim a minha parte da história, vamos esperar para ver se essas páginas serão boas ou ruins…rs

“Não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus.” 2 Coríntios 3:5